"Página da Sandra"
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Apenas um comentário!

Embora esta mensagem já seja bastante conhecida, resolvi postá-la no Blog devido à importância do seu significado.

Um rapaz tinha um vizinho, mas não ia muito com a cara dele. Achava o vizinho soberbo, chato e desconfiava que ele não era tão bom caráter, apesar de não o conhecer muito bem. Um dia os dois vizinhos se estranharam, pois sumiu um bem muito precioso da casa de um deles. Logo, o homem que fora roubado desconfiou do vizinho que achava soberbo, pois todas as manhãs aquele vizinho andava estranhamente pela vizinhança e ficava olhando cada uma das casas que ali existiam.

Quando a polícia chegou, ele logo acusou o vizinho, achando que era o suspeito com mais probabilidade de ter feito aquele roubo. A polícia, então, levou aquele vizinho para a delegacia e o manteve preso por alguns dias, pois não se sabia muito sobre a vida dele, e ele parecia ser a pessoa com a maior probabilidade de ter feito aquele roubo.

Dias depois, porém, após a investigação, os detetives descobriram uma câmera de segurança que conseguiu fazer imagens do ladrão levando apressadamente aquele objeto de valor. Para surpresa de todos, não era o vizinho acusado injustamente. Na audiência, o juiz do caso mandou chamar os dois vizinhos. Então, mandou que o vizinho que acusou o outro de roubo se levantasse e disse a ele:

– O que você tem a dizer sobre esse caso?
– Meritíssimo, foi apenas um comentário que eu fiz. Para mim ele ela o ladrão, então, disse isso aos policiais. Foi apenas um comentário, não é algo tão ruim assim, não acha?

O Juiz se levantou e ordenou:
– Escreva todos os comentários que você fez sobre seu vizinho em um papel. Vou te dispensar e você deverá picar esse papel em vários pedaços no caminho de sua casa e amanhã, nesse mesmo horário, te espero aqui para eu determinar a sentença sobre esse caso.

O homem, com medo do juiz, resolveu obedecer ao que ele havia mandando. Escreveu a acusação que fizera sobre seu vizinho, picou o papel e jogou os pedacinhos pelo caminho. No dia seguinte, o juiz reabriu o julgamento e chamou aquele homem:
– Você fez o que te mandei?
– Sim, meritíssimo.
– Pois bem, agora faça o seguinte: Volte ao caminho da sua casa e pegue todos os pedaços de papel que espalhou ontem e traga para mim. Vamos! Agora!
– Mas, meritíssimo, isso é impossível! O vento deve tê-los levado, ou mesmo pessoas podem ter pegado algum pedacinho. Não tenho como juntar mais esses pedaços.
– Exatamente! Você chegou no ponto onde eu queria! Quando falamos o mal, a mentira, a calúnia, a injuria contra alguma pessoa, fazemos um comentário que se espalha a ponto de não mais conseguirmos contê-lo e nem consertar o mal feito. Por isso, antes de falar algo contra seu próximo, pense muito bem. Se o seu comentário é destrutivo e prejudicial ao próximo, é melhor que fique com a boca fechada.

Então aquele homem saiu cabisbaixo da sala de julgamento, mas compreendeu que se não tinha nada para falar de verdadeiro sobre o seu vizinho, deveria ter ficado calado.

Fonte: www.esbocandoideias.com

Pense nisso!

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Sandra R. Wichert Cisco
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